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domingo, 29 de março de 2015

E-BOOK Midias Sociais

#Mídias sociais 

Perspectivas, tendências e reflexões

Texto sobre educação:
72. Extrapolando as barreiras das salas de aula: utilização das redes sociais como ferramenta estratégica para produtos educacionais: o caso da #posmktdig.
77. Mídias sociais e educação: foco na informação e na interação.
88. Redes Sociais e Aprendizagem Informal: Empregando as perspectivas dos sites de redes sociais para compreender a aprendizagem informal.


domingo, 22 de março de 2015

Algoritmo pode identificar pedófilos na internet





O algoritmo criado por um grupo de estudantes de engenharia é capaz de identificar – com taxa de acerto acima dos 80% - possíveis pedófilos na internet. O mecanismo analisa qualquer tipo de conversa de texto online.

Em tempo real, o algoritmo quebra o diálogo em palavras e frases isoladas, compara a informação com um banco de dados específico que armazena conversas reais de pedófilos já capturados ao redor do mundo e outros bate papos convencionais; no final, o mecanismo dá uma nota indicando se o chat é de um possível criminoso ou não.

A análise de textos em tempo real ainda é um desafio para a tecnologia; para cada caso, seria preciso programar um novo algoritmo baseado em uma base de dados específica. Alguns serviços já tentaram aplicar inclusive análise semântica para identificar conversas online, mas a tarefa não é tão simples. Isso sem contar toda a questão de privacidade envolvida.

O algoritmo criado pelos alunos ainda não é uma ferramenta comercial, mas pode se transformar em um forte aliado no combate à pedofilia tanto pelas autoridades quanto por aqueles pais que querem proteger seus filhos dos perigos da internet. Um aplicativo baseado no algoritmo instalado no computador do usuário poderia analisar todas as conversas que a criança mantém online e alertar os pais – e até a polícia – em caso de suspeita. O trabalho agora é nesta direção… até porque essa tecnologia pode ter outros usos.

Dá para imaginar, por exemplo, a busca por traficantes de drogas que se comunicam pela internet.
No Brasil, não existe um padrão técnico para a identificação de pedófilos na web. Por enquanto, as autoridades se baseiam praticamente na detecção e interceptação de imagens, não conversas. Mas, privacidade à parte, quão relevante seria uma solução como esta? Que pai não abriria mão do que fosse necessário para proteger seus filhos? O que você acha? Qual a sua opinião a respeito?

Conheça os tipos de conexão disponíveis para a sua casa



A fibra ótica ainda não é realidade para a maioria dos brasileiros, mas já começa a se difundir melhor nos grandes centros urbanos e capitais do país. A transmissão de dados através da fibra ótica é muito mais consistente e permite velocidade de conexão muito maior do que as outras tecnologias. Gradativamente, o que se espera é que a fibra ótica substitua os fios de cobre para aumentar a velocidade de transmissão.
A fibra ótica ainda é cara, mas sua capacidade de transmissão é muito mais robusta do que no cabo e na telefonia, atingindo a casa do gigabit por segundo facilmente.

Outro tipo de conexão, esta mais usada principalmente em zonas rurais, é a internet via rádio. A tecnologia sem fios funciona a partir da repetição de sinais de antenas. Para que ela funcione, é preciso que não haja barreiras no caminho das ondas. A vantagem é não necessitar de qualquer infraestrutura de cabeamento; diferente das outras. O modem também pode ser dispensado; o usuário precisa apenas de uma placa de rede compatível. Mas, claro, há desvantagens...

Assim como a internet a rádio, a conexão 3G também opera sem fios e já é oferecida por muitas empresas de telefonia celular. Com os modens 3G, é possível conectar uma série de dispositivos. Talvez a maior vantagem da conexão 3G seja a mobilidade; se bem que por outro lado você fica a mercê da qualidade do serviço oferecido pela operadora.

Como distribuir a internet pela sua casa (... escola)



sexta-feira, 13 de março de 2015

11 filmes sobre tecnologia que merecem sua atenção


A tecnologia sempre serviu como um plano de fundo rico para histórias em Hollywood. Claro, nem todos eles foram excelentes e muitos deles aproveitaram uma época em que a maioria era completamente ignorante com computadores para se safarem com erros crassos. Mas mesmo assim, muitos deles ainda permanecem agradáveis com o passar.
Confira abaixo uma série de longas-metragens, clássicos e modernos, que tem a tecnologia como temática:
Tron (1982)
Reprodução
Em um passado remoto, a humanidade já imaginou como seria um mundo dentro dos computadores. Neste contexto surgiu Tron, filme no qual um programador se vê transportado para dentro de um jogo digital no qual precisa vencer para conseguir sair. As fantasias cheias de Neon são um destaque à parte.
Jogos de Guerra (WarGames, 1983)
O filme foi feito em plena Guerra Fria e retrata a história de um garoto que acaba entrando nos sistemas do exército dos Estados Unidos e executa acidentalmente um sistema de simulação de guerra termonuclear achando que se tratava de um jogo de computador. Graças a este acidente, o mundo se vê à beira da Terceira Guerra Mundial. É um pouco difícil acreditar que os servidores do exército americano ficariam tão desprotegidos, mas o filme cria um suspense bacana sobre a possibilidade da extinção da raça humana.
Hackers (1995)
Reprodução
Observar filmes dos anos 1990 sobre tecnologia é sempre interessante e engraçado. Este filme, estrelado por Angelina Jolie antes de a atriz se tornar uma superestrela de Hollywood, é um bom exemplo disso. Criado numa época em que a internet ainda era algo misterioso para quase todo o mundo, mostra o processo de hackear algum servidor como se fosse um videogame, entre vários erros básicos. Com o tempo e a ampliação do conhecimento básico sobre computadores, o filme ficou tão defasado que acabou se tornando um clássico cult da década passada. Vale dar uma olhada, porque ao menos não mostrava quem tinha familiaridade com computadores como “perdedores”, como muitos filmes da época.

Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley,1999)
Em um dos maiores clássicos da década de 1999, é possível entender um pouco sobre o nascimento e a rivalidade histórica entre Apple e Microsoft, ao mesmo tempo que apresentam o crescimento e popularização da computação pessoal como resultado desta competição. Vale muito a pena se você tem interesse na história (ligeiramente romantizada e modificada) da computação.
Matrix (1999)
Não foi o primeiro filme a mostrar um futuro onde as máquinas se levantam e dominam a humanidade, mas conseguiu fazer de uma forma diferente, criando um mundo alternativo onde os humanos vivem em uma falsa realidade. Há aqueles que sentem que é errado fugir da realidade horrível em que a humanidade está presa, enquanto outros irão lutar para manter a simulação funcionando. Um dos maiores clássicos do cinema com todo o mérito, e você provavelmente já assistiu a este filme.
Minority Report (2002)
Neste filme de ação e suspense em uma distopia futurística, os crimes são previstos antes mesmo de acontecerem. Ok, este cenário ainda depende de um pouco de “magia” para previsão do futuro, mas é interessante observar como o filme vê o futuro e a interação com sistemas computadorizados, por meio de gestos. Quem sabe com tecnologias como o Kinect este dia não esteja próximo?
A rede social (The Social Network, 2010)
Reprodução
Uma história romantizada sobre a criação do Facebook, a maior rede social do mundo, que conta a origem das ideias de Mark Zuckerberg, fundador da empresa, e sua visão empreendedora, mas também mostra a parte suja do mundo dos negócios.
O quinto poder (The Fifth State, 2013)
Conta a história do fundador do Wikileaks, Julian Assange, em sua missão para revelar segredos de Estado, como corrupções e verdades escondidas da população. A produção inclui o caso de Bradley Manning, jovem que acabou sendo preso por revelar informações sigilosas sobre ações militares dos americanos no Oriente Médio.
Os estagiários (The Internship, 2013)
Como seria trabalhar no Google? E como seria conseguir uma vaga de estágio no Google depois de seus 30 anos, quando nada mais na sua vida deu certo? O filme, uma comédia tranquila, tenta responder a estas questões de forma bem humorada, sempre com a empresa de buscas como plano de fundo. Chega a parecer uma propaganda da companhia em diversos momentos, mas o filme tem seus bons momentos.
Jobs (2013)
Reprodução
Ashton Kutcher se parece muito com Steve Jobs. Muito mesmo. A obra, que tenta retratar a trajetória do executivo fundador da Apple e sua ascensão a um status de quase-deus entre os adoradores da companhia, sofreu algumas críticas (até mesmo do Olhar Digital), mas retrata algumas passagens importantes da vida de Jobs e sua visão de mundo.
Ela (2013)
Em tempos de richas tão duras entre fãs de iOS e Android, não é difícil encontrar alguém capaz de dizer que “ama” seu sistema operacional. Este filme leva isto às últimas consequências, levando o protagonista a ficar apaixonado pelo seu novo sistema operacional, que recebe o nome de Samantha. Inteligente, o software começa a ter discussões profundas com seu dono e está sempre disponível, sempre sendo útil. Com a evolução de Siri e Cortana, da Apple e da Microsoft, respectivamente, não é difícil imaginar um futuro em que isso seja plausível.

Resolução 4K faz diferença para o olho humano?

Fonte: www.olhardigital.com.br - Clique para acessar 


Parece que o “Full HD” está virando coisa do passado; a tecnologia evolui rápido e atualmente só se fala em “Ultra HD”, 4K... No início do ano, na CES – a maior feira de tecnologia do mundo –, em Las Vegas, acompanhamos dezenas de lançamentos 4K (o que aponta essa fortíssima tendência). Mas então surgiu uma dúvida: qual é o limite da nossa visão para telas com resolução cada vez maior?
O “4K” (ou Ultra HD) tem resolução de 8,3 megapixels, quatro vezes mais que o Full HD. Segundo o doutor Paulo Schor, oftalmologista da Unifesp, a relação entre o olho humano e as telas de alta resolução é muito pequena. Mas ainda assim, alguns parâmetros podem medir mais ou menos quanto a gente enxerga. O primeiro fator é a capacidade de discriminação entre dois pontos; é o chamado mínimo ângulo de resolução visual. Um segundo fator é a luminosidade mínima captada pelo olho humano. E, mais do que isso, é preciso levar em conta o campo visual que nós temos.
Um bom exemplo para entender essas variáveis é imaginar duas estrelas no céu. Se elas estiverem muito próximas uma da outra, a gente só vê um borrão. Para enxergar as duas é preciso que elas atendam àquele ângulo mínimo de resolução visual. Se o brilho dessas estrelas for muito fraquinho, a gente também não vai enxergar por mais afastadas que elas estejam... E, por último, essas estrelas precisam estar no nosso campo visual – parece óbvio, mas para enxergá-las, precisamos estar olhando para elas.
Com base nesses dados foi possível calcular a resolução do olho humano. Considerando nosso ângulo de visão de 120 graus, chegou-se ao valor de 576 megapixels – esta seria a resolução máxima que poderíamos enxergar. Mas, de novo, olho não pode ser simplesmente comparado com uma tela.
"A definição é uma parte muito inicial na importância da imagem. Ela é importante, mas tem uma importância de 25%, 1/4 da nossa visão vem da quantidade de células que a gente tem na nossa fóvea, que é uma parte muito pequenina da nossa retina", explica Schor.
Se nossa visão fosse baseada apenas pelos olhos, seria fácil. Mas além de ter dois olhos e poder movê-los ao redor da cena, nosso cérebro é poderoso para combinar os sinais, entender profundidade e montar uma imagem com resolução ainda maior do que é possível com o número de fotorreceptores da nossa retina.
"A gente não precisa ter mais resolução para ter uma experiência visual melhor. A gente provavelmente já chegou no limite de resolução que vai fazer algum sentido para o nosso olho", continua o oftalmologista.
Será que o 4K é o limite? Se pararmos pra pensar, na distância que assistimos TV ou mesmo assistimos a um filme no cinema, talvez faça sentido. Afinal, telas com resolução superior a 4K, como é o caso do 8K (que já existe), só conseguimos notar diferença na qualidade da imagem quando nos aproximamos bastante da tela. E aí, assistir ao conteúdo que seja assim, colado na tela, não faz muito sentido.

domingo, 1 de março de 2015

Calculando a Velocidade do Som com os recursos do laboratório de informática

VELOCIDADE DO SOM
Fonte original: http://www.if.ufrgs.br

Velocidade do Som


Objetivo

Determinar a velocidade do som no ar.

Material necessário

  • dois microfones de eletreto
  • dois capacitores de um microfarad
  • dois resistores de um quiloohm
  • um plug P2 estereo
  • quatro metros de fios com duas vias de malha
  • uma fonte CC ajustável de 0 Volt a 12 Volt
  • software para aquisição de dados via placa de som (Goldwave)

Montagem experimental


Instruções para a experiência

  • Monte o circuito conforme o esquema abaixo tomando o cuidado de deixar um fio de no mínimo 1,5 metros ligando um microfone ao outro.
  • Ligue a fonte à rede elétrica e ajuste para 9 V.
  • Ligue o plugue à entrada de linha do computador.
  • Separe e alinhe os microfones conforme o esquema abaixo.



Veja um vídeo da experiência (arquivo avi, 224kB)

Instruções para o uso do programa Goldwave

  • Inicie o programa Goldwave
  • Clique new
  • Aparecerá a tela "New sond", escolha a função CD, o modo Stereo e OK.
  • Na tela inferior "Device Control" inicie a gravação. Observe que para isso é necessário pressionar também o botão Ctrl.
  • Faça uma série de ruidos repentinos. NA nossa experiência usamos a batida de um bastão metálico em uma recipiente também metálico.
  • Estes pulsos aparecerão na tela do GoldWave como picos de ondas.
  • Selecione na célula inferior central 'smp'
  • Selecione e arraste com o botão esquerdo do mouse o início do pico de onda e com o botão direito o final.
  • Amplie este intervalo clicando em Sel. É necessário repetir esta operação até que seja obtida uma boa definição do momento da chegada da onda sonora a cada autofalante.
  • Leia o número de leituras (smp) efetuadas no intervalo selecionado.
  • Repita este procedimento para cada um dos pacotes de onda oriundos de cada uma das batidas efetuadas.


Instruções para o uso do programa Goldwave

  • Inicie o programa Goldwave
  • Clique em New
  • Aparecerá a tela New sond. Escolha a função CD, o modo Stereo e OK.
  • Na tela inferior Device Control inicie a gravação. Observe que para isso é necessário pressionar também o botão Ctrl.
  • Faça uma série de ruídos repentinos. Na nossa experiência usamos a batida de um bastão metálico em uma recipiente também metálico.
  • Estes pulsos aparecerão na tela do GoldWave como picos de ondas.
  • Selecione na célula inferior central smp.
  • Selecione e arraste com o botão esquerdo do mouse o início do pico de onda e com o botão direito o final.
  • Amplie este intervalo clicando em Sel. É necessário repetir esta operação até que seja obtida uma boa definição do momento da chegada da onda sonora a cada autofalante.
  • Leia o número de leituras (smp) efetuadas no intervalo selecionado.
  • Repita este procedimento para cada uma das ondas oriundas de cada uma das batidas efetuadas.


Visualização dos resultados na tela do computador


Resultados típicos


Temperatura ambiente: 19,4°C
Valor esperado para velocidade do som nesta temperatura:
v = 331,5 + 0,60.t
v = 343,14 m/s

Esquema de localização usado na experiência:
Para a situação descrita pelo esquema acima, temos:
d2 - d1 = 2,20 - 1,40
d2 - d1 =0,80 m

Tabela de valores obtidos experimentalmente:
medidassmptempo (ms)velocidade (m/s)
1ª medida 112 2,33343,35
2ª medida 113 2,35340,42
3ª medida 112 2,33343,35
4ª medida 112 2,33343,35
5ª medida 113 2,35340,42
6ª medida 111 2,31346,32
7ª medida 112 2,33343,35

Observações:

  • O tempo é obtido dividindo-se o número de leituras efetuadas no intervalo considerado (smp) pela freqüência com que as aquisições são feitas pelo programa GoldWave. Usamos a freqüência de 48 000 Hz.
  • A velocidade é obtida dividindo-se d2-d1 pelo tempo.

  • O cálculo da média das velocidades foi feito por:

    Média das velocidades obtida experimentalmente:

    v = 342,94 m/s

Referências


Rita M. Grala(ritagrala@hotmail.com)
&
Elisandra Oliveira(elisandra.oliveira@ig.com.br )
Agosto de 2003
CREF - Instituto de Física - UFRGS