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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Familiares e especialistas tentam entender fenômeno da geração tablet

Matéria original disponível em http://www2.em.com.br
Publicação: 10/06/2011
  



Familiares e especialistas tentam entender fenômeno da geração tablet

Carolina Vicentin - Correio Braziliense

Yuri e Fernanda ficam maravilhados com a habilidade da pequena Alice, de 2 anos e 6 meses, com o tablet
Tablets chegaram ao mercado revestidos com o véu da desconfiança. Afinal, quem iria querer um aparelho maior que um celular, menor que um notebook e sem teclado? Pois logo eles viraram “brinquedo” de adulto e objeto de desejo das crianças. São elas, inclusive, as responsáveis pelas maiores façanhas nos equipamentos. Com uma habilidade incrível para trabalhar em telas touchscreen, os pequenos de hoje estão crescendo lado a lado com a tecnologia desses portáteis. A ciência corre para entender os efeitos dessa interação, mas uma coisa é certa: meninos e meninas da geração tablet farão parte de uma revolução.

“Nós ainda sabemos muito pouco”, diz a professora Nize Maria Pellanda, da Universidade de Santa Cruz do Sul (RS). Avó de um menino de 2 anos e 6 meses, a especialista acompanha as peripécias do neto em frente a um iPad desde o primeiro ano de vida. “Eu e meu marido analisamos o comportamento dele: as coisas que ele faz são impressionantes”, conta. Por enquanto, é claro, as observações de Nize ficam no “achismo”, mas a tendência é que pesquisadores das áreas de educação, neurologia e pediatria, entre outras, se debrucem sobre o assunto. Uma aluna de mestrado de Nize está formatando um projeto de pesquisa na área. A ideia é mostrar os benefícios que os tablets trazem ao desempenho de crianças autistas.

Enquanto isso, muitos pais repetem a experiência de Nize. O administrador de empresas Yuri Alexander Mendes, 28 anos, observa há seis meses a diversão da filha Alice, de 2 anos e 6 meses, com um iPad. “Eu comprei o aparelho para a minha esposa (a assessora Fernanda Adjuto), mas, quando chegamos em casa, minha filha começou a mexer com muita destreza”, lembra Yuri. Alice, que já sabia operar um iPhone, brinca sozinha no tablet. A menina usa programas que ensinam inglês e espanhol, quebra-cabeças e jogo da memória. “Nós ficamos muito surpresos. Nunca imaginei que ela teria essa capacidade. Nós fazemos algo no tablet, ela aprende e repete sem erros.” Agora, o desafio dos pais é limitar o uso do iPad. “Se deixar, a Alice leva até para o parquinho”, brinca Mendes.

A paixão pelo equipamento da Apple também existe na família Gurgel. Depois de meses de insistência, os irmãos Felipe e Thiago, de 11 e 15 anos, respectivamente, ganharam de Natal o primeiro modelo do iPad. O mais velho conta que a vontade de ter o tablet sempre existiu. “Desde que eu fiquei sabendo do lançamento, quis ter um. Ele fácil de mexer e de carregar, muito mais do que um computador”, opina. O pai dos meninos, o analista de sistemas Luiz Gurgel, 50 anos, rechaçou o pedido dos filhos. “Relutei um bocado para comprar, porque sabia que eu também ficaria interessado no aparelho”, lembra.

Não teve jeito. Pai e filhos se encantaram pelo tablet e fizeram um acordo de cavalheiros para atender a todos os interesses. “Meu pai usa de segunda a sexta-feira para trabalhar, eu e meu irmão nos dividimos aos fins de semana”, explica Felipe. No começo, a posse do iPad gerou algumas discussões. “A gente sempre brigou muito, mas percebemos que, se não houvesse acordo, nenhum dos dois aproveitaria o equipamento”, afirma Thiago. Hoje, os meninos são compreensivos em relação ao tempo de uso do tablet. Quando um não está com o aparelho, vai para o computador. “Mas o iPad é muito mais legal que o notebook. Ele é touch”, resume Felipe.

Outra família que se derrete por tablets é a da estudante Victória Lambert, 13 anos. Depois de testar a primeira versão do iPad, o pai da menina comprou o novo modelo, que ganhou o sobrenome da família na parte de trás. “É o xodó da casa. Meu pai usa quando viaja a trabalho e eu, para entrar no Twitter”, conta a garota. Mesmo usando o tablet primordialmente para diversão, Victória acredita que o equipamento deve ser adotado pela escola. “Ele é muito mais prático que um notebook. Sem falar que evitaria aquela montanha de livros que carregamos todos os dias”, aponta a menina.

Na sala de aula

A reclamação de Victória é considerada pelas escolas. “Os alunos carregam, em média, cinco livros por dia, a adoção de um tablet facilitaria muito o transporte de material”, comenta André Frattezi, coordenador da disciplina de física em um colégio particular de Brasília. A escolha do gadget para a sala de aula, no entanto, exige uma série de definições: qual será o modelo, se haverá um modelo único para todos, como será feita a conexão por internet, se a escola vai fornecer o tablet, se os estudantes terão de comprar o aparelho e por aí vai.

Tantas perguntas não desencorajam os especialistas. “Acreditamos que os tablets representam aquilo que foi imaginado há 10 anos, a verdadeira entrada da informática na educação”, aposta Fratezzi. Isso porque esse tipo de equipamento permite que os alunos tenham acesso a recursos audiovisuais dentro da sala de aula, sem precisar ir a outro lugar onde há computadores. O professor da Universidade de Brasília (UnB) Gilberto Lacerda, especialista em tecnologias na educação, ressalta que estudos internacionais indicam a melhora qualitativa na aprendizagem com o uso de aparelhos como os tablets.

“Os estudos ainda são escassos, mas a maioria das hipóteses indica que há aumento da criatividade e da motivação com a adoção dessas tecnologias”, afirma Lacerda. O problema, diz o professor, é que as escolas também precisam aprendem durante esse processo. “Nós estamos vivendo uma revolução tecnológica, estamos em plena efervescência. Se os educadores não se adaptarem, ficarão passando ao largo dessas possibilidades.”

Brincadeira no Twitter

No início de 2010, a descrença quanto ao sucesso do então recém-lançado tablet da Apple deu origem a vários Trending Topics (os temas e expressões mais comentados no Twitter). Os internautas brasileiros apelidaram o equipamento de iPodão e iPhonão, além, é claro, da referência iPod de Itu. Meses depois, o produto da empresa de Steve Jobs se consolidou como um sucesso — o que acabou estimulando fabricantes concorrentes a acelerarem o lançamento de seus tablets.

Gadget terapêutico
As tecnologias touch também podem trazer melhora nas funções cognitivas de idosos. “Há o conceito de acoplamento à máquina. A ideia é, basicamente, mostrar que o cérebro também pode ‘estar’ na ponta dos dedos”, afirma a professora Nize Pellanda. Segundo Nize, experiências com voluntários já mostraram benefícios para quem se aventurou nas telas sensíveis ao toque, embora ainda não tenha sido feita uma ressonância para checar se houve, de fato, ativação de neurônios.


Uso intenso de smartphones provoca alteração no cérebro



Matéria original disponível em http://saude.ig.com.br - clique para acessar
Publicada em



  A utilização intensa de certos tipos de telefones celulares está provocando uma alteração no cérebro de usuários pela adaptação à nova atividade motora. Conclusão faz parte de um estudo feito pelo Instituto de Neuroinformática da Universidade de Zurique

Segundo os pesquisadores, os cérebros dos usuários dos chamados smartphones estão sendo alterados pela operação repetida das telas de toque.
Para medir a atividade cerebral do grupo, os cientistas utilizaram a técnica conhecida como eletroencefalografia ou EEG na sigla em inglês. Eles perceberam diferenças marcantes entre os usuários de smartphones e aqueles que utilizavam celulares "convencionais".
Analisando os resultados do EEG, os cientistas concluíram que os usuários de smartphones demonstravam maior destreza no uso dos dedos.
Dos 37 voluntários, 26 eram usuários de smartphones com telas de toque e 11 se mantinham fieis aos modelos mais antiquados de celulares.
EEG
O teste de EEG monitorou os impulsos elétricos trocados entre o cérebro e as mãos dos indivíduos através dos nervos.



BBC
O EEG monitora e registra a atividade elétrica do cérebro.

A atividade foi monitorada por diversos eletrodos colocados no couro cabeludo de cada voluntário, capazes de captar esta troca de mensagens na forma sensorial.
A partir dessas informações, os pesquisadores puderam criar um "mapa" que indica a porção do tecido cerebral dedicada à operação de uma determinada parte do corpo.
Os resultados revelaram diferenças distintas entre os usuários de smartphones com telas de toque e os que usam telefones celulares convencionais.

Os usuários de smartphones apresentaram maior atividade cerebral em resposta aos toques dados na tela dos aparelhos pelos dedos médio, polegar e indicador.
E, aparentemente, isto está ligado à frequência com que se usa o smartphone – quanto mais frequente é o uso, maior é a resposta registrada pelo EEG.
Segundo os cientistas, o resultado – publicado na revista científica Current Biology – faz sentido, uma vez que o cérebro é maleável e, portanto, pode ser moldado pela utilização prática repetidamente.
Eles citam como exemplo os violinistas, que têm a área do cérebro dedicada ao controle dos dedos usados para tocar o instrumento maior do que a mesma área do cérebro de alguém que não toca violino.

Os pesquisadores acreditam que o mesmo está acontecendo com os usuários de smartphone – eles estariam tendo seus cérebros "esculpidos" pelo uso repetido pelos toques nas telas dos aparelhos.
Arko Ghosh, que liderou o grupo de pesquisadores da Universidade de Zurique, disse que ficou surpreso pela "escala das mudanças introduzidas (no cérebro) pelo uso de smartphones".
Ele acrescentou que o estudo reforça a ideia de que a onipresença dos smartphones está tendo um grande efeito na nossa vida cotidiana.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Tecnologia e educação de forma simplificada

Matéria original: olhardigital.com.br - clique para acessar
Publicada em 27/09/2009




Indaiatuba, no interior de São Paulo, é uma das cidades-modelo no Brasil quando o assunto e tecnologia empregada em sala de aula.

Todas as escolas municipais, que juntas atendem cerca de 12 mil alunos, estão equipadas com o que há de mais moderno. Lousas eletrônicas, laboratórios de informática, classmate Pcs - um para cada aluno. E não e só dentro da sala de aula que as escolas ganharam reforço tecnológico. Na secretaria, o controle de notas e presença foi todo informatizado com a ajuda de programas desenvolvidos especialmente para isso. Até o pedido de merenda foi centralizado em uma plataforma própria e, hoje, todos os comunicados entre a secretaria de educação e as escolas são realizados via email. Investimento alto, mas que certamente traz resultados.

“Nós sabemos que um menino muito bem preparado vai conseguir um emprego melhor, um salário melhor. Portanto, esse salário melhor vai movimentar a própria cidade, os empresários, comerciantes vão lucrar com uma educação bem instalada com o crianças empreendedoras, criativas e que possam estar à frente desse mercado de trabalho com maior facilidade”, comemora a secretária de Educação, Jane Shirley Ferretti.

“A gente viu reflexo até com os pais, porque acabam os pais aprendendo com os filhos. Então, isso aí é muito importante, conta o prefeito de Indaiatuba, Reinaldo Nogueira. 

Para os empregados, um desafio extra. Muitos relutaram em aceitar as novas tecnologias. Mas o uso de meios digitais, dentro ou fora da sala de aula, é inevitável. Por isso, todo um treinamento foi oferecido para que ninguém ficasse de fora dessa. “As crianças pedem, eles anseiam: ‘a outra sala está usando, por quê não a minha?’. Então o professor também teve que avançar nos estudos. E também tem sempre um professor auxiliando, nós temos um professor de manhã e um outro à tarde que auxiliam esses professores que não têm tanta facilidade com a informática”, explica a professora do ensino fundamental, Geane Zanini.

Carol é uma das alunas beneficiadas pelo projeto. Desde o início do ano, ela estuda assim: grudada em seu classmate. As aulas são preparadas já pensando no uso pleno da tecnologia em sala. “A gente faz aulas de artes, aula de português, de filosofia... um monte de coisa”, conta a estudante Caroline Turquetti Andre, de 10 anos.

Agora, a bem-sucedida experiência de Indaiatuba pode se ser levada para outras cidades. A Intel, em parceria com a Microsoft, lançou o KIS - Kit de Implementação Simplificada. Por meio dele, escolas em todo o Brasil poderão se informatizar dessa mesma forma. “É um kit completo que vai contemplar a escola como um todo, ou seja, não só o estudante, não só o professor, os diretores, mas também a parte administrativa da escola”, afirma a gerente de Desenvolvimento de Mercado da Intel Brasil, Rose Salvini.

As instituições poderão adquirir pcs, clasmates, laptops, servidores, tudo de uma forma facilitada. Um financiamento através do BNDES permite parcelamento em até 36 vezes e taxa de 1 por cento ao mês. Alem disso, o pacote engloba todo o treinamento e acompanhamento dos professores.

“A simplificação não fica só na área de tecnologia, de conteúdos, de softwares, de treinamentos de professores. A simplificação vai também para as escolas a para as próprias secretárias de educação, que têm a oportunidade de fazer o pagamento parcelado por meio do BNDES.

A Microsoft vai oferecer a parte de software e conteúdo. São programas desenvolvidos sob medida para uso em sala de aula e também no ambiente administrativo. “Existe uma solução em que o professor está se comunicando com cada aluno, vendo se ele está fazendo o exercício certo, se ele está entrando no site correto, compartilhando a máquina do aluno com o resto da classe. Então isso tudo são soluções de software que nós trabalhamos juntamente com a Intel”, diz a gerente de estratégias de educação da Microsoft, Silvia Fernandes.

Quer saber mais a respeito do kit de implementação simplificada, o kis? Acesse os links acima, neles você encontra todas as informações sobre o programa e também os endereços para cadastrar sua escola para participar do projeto. Aproveite!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

YouTube lança plataforma de educação com 8 mil vídeos de professores brasileiros

Matéria original publicada em info.abril.com.br - clique aqui para acessar
Publicada em 25/11/2013


YouTube EduProfessores do YouTube Edu junto com Jorge Paulo Lemann e Fabio Coelho, durante evento em São Paulo
O YouTube lançou hoje (21) em um evento em São Paulo o YouTube Edu, uma plataforma que reúne 8 mil vídeos educacionais de 26 canais brasileiros com conteúdos do ensino médio. O acesso é gratuito para aulas sobre matemática, biologia, língua portuguesa, física e química. 
Segundo o Google, a ideia não é substituir o ensino formal com os vídeos do Youtube, mas sim disponibilizar conteúdos de forma democrática. No entanto, o projeto não vai oferecer nenhuma forma de monetização diferenciada aos professores do YouTube Edu, apenas o convencional ganho por veiculação de publicidade por meio do Google AdSense.
Até o fim deste ano, o YouTube Edu contará com um total de 12 mil aulas em vídeo.
A curadoria das vídeo-aulas foi feita pelo Instituto Lemann, por meio de uma parceria com a empresa. Eram 93 mil vídeos classificados como educacionais. Entretanto, muitos deles eram tutoriais que não se enquadravam no perfil lecionado no ensino médio. Com a ajuda de um algoritmo, 112 canais foram selecionados e uma equipe de cerca de vinte pessoas avaliaram por amostragem a qualidade dos materiais.
“No Brasil, segundo a comScore, há cerca de 60 milhões de pessoas que acessam o YouTube mensalmente e muitas delas estão produzindo conteúdo”, afirmou Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.
Segundo a empresa, seis bilhões de horas de vídeo foram vistas em maio deste ano e cerca de 100 horas de novos conteúdos são publicados por minuto no YouTube.
“Eu acredito que a educação vai passar por uma transformação enorme e a internet será um fator crucial”, afirmou Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil e criador da Fundação Lemann, que se dedica ao setor de educação pública, sem fins lucrativos.
“Espero que, com esse novo mundo que está surgindo, todas essas novas tecnologias sirvam para os professores aprenderem mais e que os alunos se beneficiem disso. Espero que dentro de alguns anos tenham um Brasil competitivo em termos de educação.”
Quanto a forma dos conteúdos, Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, afirma que "cada aluno aprende melhor de um jeito e um grande diferencial da plataforma é justamente possibilitar que as pessoas escolham o professor que melhor se adapta ao seu perfil". Portanto, Mizne diz que o foco foi julgar a qualidade e não a forma do conteúdo. Ou seja, há professores que ensinam pelo método tradicional, bem como quem ensine por meio de músicas e outros recursos didáticos.
César Medeiros, professor de matemática, mais conhecido no YouTube como "Nerckie", afirmou a INFO que consegue atualmente viver "plenamente de educação na internet", com um site e um canal de vídeos. "Acredito que esse projeto é bom para o aluno, porque antes ele acessava conteúdos e não sabia se eles estavam ou não corretos", disse.
Confira abaixo a entrevista com Flávia Simon, diretora de marketing do Google e responsável pela implantação do YouTube Edu no Brasil.
Há planos de oferecer alguma de remuneração diferenciada aos professores, visto que o conteúdo deles é mais qualificado que os dos demais?
O YouTube é uma ferramenta monetizável por meio de anúncios. Hoje, 55% fica para o produtor de conteúdo e 45% vai para o Google. Aceredtio que promovendo o YouTube Edu todos saem ganhando,  Porque as pessoas vão ficar sabendo, vão se inscrever nos canais, vai ter uma audiência mais cativa e mais visualizações. Consequentemente há mais lucratividade.
Por que o Brasil, se há outros países mais carentes de informação?
Porque a gente quis. Nós fomos lá e conversamos com a equipe do Google na Califórnia, fizemos diversas reuniões e mostramos porque o Brasil é importante. O país é o terceiro mais importante para o YouTube, em termos de audiência. A educação é grande problema para o nosso país e a gente acha que só é possível mudar a vida do cidadão com educação, portanto, priorizamos o projeto.
Quanto tempo levou para o projeto ficar pronto?
Seis meses, desde o dia da primeira aprovação interna até hoje. 
Mais vídeos serão publicados no YouTube Edu ainda neste ano?
Sim. É um processo orgânico, estamos fazendo a curadoria dos vídeos e já temos 12 mil aprovados. Para hoje, conseguimos oferecer 8 mil. 
Você tem ideia de quanto o Google investiu para trazer o projeto para o Brasil?
Não podemos revelar números, mas a educação é uma área na qual continuaremos a investir em 2014.
Quais são os planos de expansão?
Temos vários planos. Vamos estender os conteúdos para os níveis fundamental e superior. Além disso, estamos avaliando como usar outras plataformas além do YouTube, como a Google Play. Estamos visitando escolas para saber com a tecnologia pode ir para a sala de aula, não só para dentro de casa. 
Como os professores podem usar os vídeos nas salas de aula?
Pesquisamos como o YouTube Edu está nos Estados Unidos. Lá, a sala de aula é um local para discussão, formação de senso crítico, mas o conteúdo da matéria tem que estar disponível de uma forma democrática, gratuita e aberta todos, como um ferramental pós-aula. Para que a pessoa faça a pesquisa  e vem com esse conhecimento para a escola. Acreditamos que isso é um recurso não só para o aluno, mas também para o professor e para as escolas. Isso deve ser gratuito e disponível para o Brasil melhorar.

Uso da tecnologia na educação precisa ser muito bem planejado, diz executivo da Intel

Matéria original publicada em  info.abril.com.br - Clique aqui para acessar
Publicada/atualizada: 21/06/2014



Intel divulgou nesta semana um novo recorte de seu “Global Innovation Barometer”, pesquisa que ouviu 12 mil pessoas em oito países. Batizado de “Classroom of the Future” (“Salas de Aula do Futuro”, em tradução livre), o estudo foi focado em educação – e o resultado mostrou que, no Brasil, a 81% dos entrevistados acreditam que o uso de tecnologia nas escolas é inevitável, e que os investimentos do país devem focar mais em um suporte tecnológico para pedagogos.
Ao todo, 77% dos brasileiros ouvidos para a pesquisa acreditam que “escolas e professores devem se apoiar mais na tecnologia para melhorar o sistema educacional”. É um número relativamente maior do que o visto no resto do mundo (69%), e ainda é apoiado pelos 57% dos entrevistados que acreditam que deve haver mais educação tecnológica na escola e pelos 65% que veem uma possível melhora no relacionamento entre professor e aluno com a maior adoção de recursos avançados.

INFO: Primeiro, o que você achou dos números mostrados pela pesquisa?
Obtidos entre julho e agosto do ano passado pela Peen Schoen Berland, os números podem até parecer surpreendentes, mas não deixaram Ed Paoletti, gerente de desenvolvimento de negócios para educação da Intel, tão surpreso assim. INFOconversou com o executivo para falar um pouco da pesquisa e das iniciativas da empresa dentro da área – e a entrevista completa você confere abaixo.
Ed Paoletti: Essa expectativa otimista do brasileiro em relação ao uso da tecnologia é algo que eu vejo como realmente positivo. Pelos alunos e pelos professores, isso pode trazer uma melhora na educação. E acho até que essa visão [dos entrevistados para a pesquisa] faz muito sentido, até porque a Intel tem uma atuação forte em tecnologia na educação, que já vem de muitos anos – e nós acreditamos que o resultado dessa pesquisa é um reflexo da realidade, de que a tecnologia, quando bem aplicada, pode sim trazer benefícios e uma melhora nos resultados da educação, do ensino e da aprendizagem.
Por bem aplicado, você quer dizer o quê?
Para você poder implantar um projeto de tecnologia na educação, vários aspectos precisam ser trabalhados. E até, de certa forma, seguindo uma ordem, para que o resultado final seja bom. Um ponto fundamental, por exemplo, é a existência de uma política clara para o uso de tecnologia na educação. Quando falamos de governo, é uma política pública. Se for uma instituição privada, é preciso haver uma norma muito específica, colocando objetivos claros para essa adoção. A partir delas, você explica um caminho.
Mas essa parte de definir a importância é só um “primeiro passo”, não?
Quando falamos de educação pública, por exemplo, a política estabelecida apenas começa com a importância do uso da tecnologia na educação. A partir disso, outros pontos fundamentais vão entrando na fila. A formação e o desenvolvimento dos professores, por exemplo: é essencial que eles estejam bem informados na questão das próprias disciplinas com as quais eles trabalham e na da tecnologia, que pode ser uma ferramenta importante para o desenvolvimento do trabalho dele no processo de ensino a aprendizagem. Isso sendo colocado como política faz com que surjam programas governamentais em todos os níveis, para impulsionar a formação de professores. E esse é um ponto. Outro é definir como os conteúdos educacionais e didáticos serão trabalhados dentro da política da escola. Uma vez que você tem um currículo já bem definido, como começar a trazer elementos digitais para ser trabalhados dentro do projeto? Existe uma grande seleção que pode ser feita, com vários tipos de conteúdo, abertos, livres ou comerciais. E depois, para avaliar os resultados, você tem que pensar em quais são as métricas que irá utilizar para fazer o acompanhamento da implementação do projeto, a partir dos objetivos que você quer atingir.
E como são definidas as tecnologias que serão usadas em uma iniciativa assim?
Escolhida toda a estratégia, vem essa questão. E aí entram todos os requisitos para poder iniciar um projeto assim: conectividade, intraestrutura da escola... Quando se fala de Brasil, essa última parte passa até por saber se a escola tem alimentação de energia suficiente para comportar muitos equipamentos funcionando dentro dela. Todos esses aspectos têm que ser pensados, trabalhados dentro de um projeto, de um cronograma. É algo bastante complexo, e a implementação vai ser em fases – a tecnologia começa a entrar na escola, mas de forma gradual. Primeiro os professores precisam se apropriar do uso da tecnologia, fazer seus planejamentos de aula usando ferramentas tecnológicas. E a partir disso, ela vai chegando dentro da sala de aula, para os alunos – uma etapa bem evoluída em uma boa implementação.
Em suma, é algo bem mais complexo do que aquela ideia de dar um tablet na mão de criança.
Exato, é muito além disso, porque se você coloca um tablet ou qualquer equipamento de uma vez na mão dos alunos, você causa uma ruptura, e os resultados são imprevisíveis. Pode acontecer de a experiência fazer a escola entrar em um caos de conectividade e de dispersão na sala de aula, deixando o professor complemente perdido, sem saber por onde começar, por exemplo. Mas também pode ser que, de repente, o docente, até por uma natureza dele mesmo, por já ter trabalhado com isso anteriormente, consiga fazer esse trabalho em sala de aula. Porque a grande dificuldade é essa: como o professor vai fazer essa coordenação da sala, nesse novo cenário em que os alunos estão todos conectados? Se não for bem coordenado, dentro de um processo planejado, pode gerar o caos. É claro que aí são várias linhas, e há opiniões diferentes quanto a isso. Existem aqueles que acreditam que tudo tem que entrar primeiro na bagunça mesmo, para depois naturalmente se encontrar. Ou aqueles a favor do planejamento, algo mais ortodoxo – e a minha opinião pende mais para esse lado.
Você se lembra de algum exemplo real de boa implementação de tecnologia na educação?
Vi acontecer em escolas privadas, que também têm esse perfil mais ortodoxo. Primeiro, em termos de tecnologia, ela começou com os laboratórios de informática e partiu para os computadores na sala de aula, mas voltados para projeção de conteúdo, basicamente. Depois, começaram com o uso de tablets nas primeiras séries, da pré-escola, para fins lúdicos, com games e apps artísticos até. E agora eles estão iniciando a experiência no ensino fundamental. Escolheram o novo ano, no caso, e todos os alunos de lá vão usar tablets. Mas teve um processo por trás: quais aplicativos seriam utilizados em cada disciplina? Em que momentos a tecnologia seria inserida dentro do plano de aula? Isso dando resultado, certamente será expandido para outras salas de aula. Há, portanto, formas e formas, mas eu diria que aquela com a maior chance de sucesso é a pensada – e que envolva inclusive coisas muito simples. Por exemplo, se você entra em uma sala de aula, a rede Wi-Fi tem algum problema e o professor não sabe resolver e não tem quem chamar: ele pode perder metade da aula para tentar arrumar e não conseguir. Em uma ocorrência assim, qual o plano B? Como o docente sai dessa situação sem perder o fio da meada? Quem é que vai de fato ter esse papel de ajudar o professor a fazer a tecnologia funcionar? Tudo precisa ser o mais transparente possível para ele dentro da sala. Até porque o objetivo dele não é conhecer a ferramenta a fundo, a ponto de saber resolver um problema técnico. Tudo isso tem que ser pensado.
Você mencionou que a Intel já trabalha com a educação faz alguns bons anos. Quais as iniciativas principais da empresa hoje nessa área?
Nossa primeira atuação na educação foi (e ainda é) ligada à formação dos professores. Começou lá atrás, há mais de 10 anos, com programas do tipo, para auxiliá-los no uso de tecnologia. E esses programas continuam, são feitos normalmente em convênios com governos ao redor do mundo. No Brasil, já foram mais de 300 mil docentes formados por essas iniciativas, que visam ajudar mesmo os que não tenham nenhum contato com tecnologia a desenvolver planos de aula utilizando-a – e até com pensamentos em torno do ensino voltado a projetos, para o ensino multidisciplinar. E começou aí, mas visando mais o uso laboratorial de tecnologia na escola. Então, cerca de oito anos atrás, começaram os primeiros projetos mundiais de “um computador por aluno”, e começamos a criar voltados para isso. Nosso netbook educacional surgiu aí, e começou a ser trabalhado com governo, inclusive o do Brasil. Em cima disso, desenvolvemos software que acompanhavam essa plataforma educacional, e hoje estamos com tablets híbridos, que viram notebooks. E essa tecnologia, claro, é pensada, inclusive na parte da robustez – as implementações podem ser feitas com crianças, que jogam coisas sobre o aparelho. A ideia também envolve tecnologias que inibem o furto do equipamento, programas voltados para a colaboração em sala de aula, entre outros pontos.
Recentemente a Intel adquiriu a Kno, que é voltada para gestão e distribuição de conteúdos. Foi uma mudança de rumos ou mais uma ampliação dos atuais mesmo?
Fomos subindo na cadeia de valor, de solução mesmo. Imagine: com o advento dos livros digitais e o uso cada maior deles dentro da educação, como vamos administrar e distribuir esse conteúdo dentro da rede da escola? Como o professor poderia trabalhar esse conteúdo todo na sala de aula, em um ambiente colaborativo? A Intel não entra na questão do material em si, porque isso ela deixa a cargo dos responsáveis pela escola e dos criadores do conteúdo mesmo – as editoras tradicionais e os desenvolvedores de software que se especializam em educação para criar aplicativos didáticos.
Aproveitando o nome do recorte do estudo, “Classrooms of the Future” (Salas de Aula do Futuro), o que você e a Intel veem como o futuro da tecnologia nas salas de aula?
Nós vemos para um futuro próximo a adesão e proliferação, um maior interesse, de novos dispositivos multifuncionais, que possam ser tanto tablets quanto notebooks. Eles podem permitir tanto consumir conteúdo – algo fundamental para livros digitais – quanto criá-lo. Nós acreditamos que o uso deles crescerá nos próximos meses ou dentro de um ano e pouco, e temos toda uma linha de desenvolvimento na nossa divisão de soluções para educação. Quanto a visão de uma “sala de aula do futuro”, eu até aconselharia ver um vídeo do Project Bridge, “projeto ponte” [abaixo]. Ele traz uma sala de aula toda aparelhada, mostrando como um professor consegue trabalhar vários conceitos e conhecimentos dentro de uma aula voltada a um projeto. O docente tem como objetivo desenvolver uma ponte mesmo, e em torno disso trabalha vários conceitos, passando por matemática, física, artes, etc. Ele trabalha de forma colaborativa com os alunos, que desenvolvem os projetos tanto dentro quanto fora da sala de aula. E as tecnologias envolvidas não são tão diferentes do que vemos hoje – só que elas estão juntas. Você vê lá ali os dispositivos híbridos comentados antes, lousas interativas de uma próxima geração, toda a parte de comunicação, impressoras 3D, entre outros.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

D-30 - O protagonismo do estudante mediado pelo professor

O programa mostra duas experiências que utilizam a tecnologia na sala de aula. A primeira delas é na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo, onde um professor teve a iniciativa de criar, há alguns anos, um blog para a escola, que envolveu a comunidade e os alunos. O próximo passo foi iniciar teleconferências com alunos de outros países e integrar esta ação ao currículo da escola. O segundo exemplo mostrado é de uma escola no bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, onde o professor de Física passou a gravar em vídeos algumas aulas que foram disponibilizadas na rede do colégio, assim como textos, imagens e links para os alunos do ensino médio.



D-30 - Novas Tecnologias na Escola

O programa mostra entrevistas com as pesquisadoras Maria Elisabeth Almeida (PUC-SP) e Roseli de Deus Lopes (Laboratório de Sistemas Integráveis - USP). Situações de sala de aula de escolas de Campo Limpo Paulista e Indaiatuba (SP) ilustram momentos nos quais o uso de tecnologia faz a diferença.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Paradigmas da Tecnologia na Educação

Palestra incrível ministrada pelo filósofo Mario Sergio Cortella no II Encontro de Educação SER da Abril Educação abordando temas instigantes sobre comunicação, tecnologia, administração, liderança, ética, entre outros assuntos relacionados à educação.

D-30 - O uso da tecnologia na escola

Quais são os benefícios da utilização da tecnologia na escola? Quem responde são as pesquisadoras Maria Elisabeth de Almeida, da PUC de São Paulo, e Roseli Lopes, da Escola Politécnica da USP. Para ilustrar, mostramos a experiência de inclusão social criada pelo programa Um Computador por Aluno (UCA), na cidade de Campo Limpo Paulista, e também o trabalho com tecnologias envolvendo crianças com deficiências em Indaiatuba, interior do Estado.

D-30 - A tecnologia na Educação Inclusiva

A Univesp TV foi conhecer uma parceria entre a Unesp de Presidente Prudente e a Prefeitura de Araçatuba. É um trabalho de formação docente para a educação inclusiva. A professora e pesquisadora Elisa Schlünzen, juntamente com Danielle Santos, explica o processo de criação e uso dos objetos educacionais.

Fantástico - Escolas públicas apostam na tecnologia dentro das salas de aula


As Novas Tecnologias em Sala de Aula

Este vídeo faz parte do acervo da TV Escola, muito útil para os encontros de capacitação do Núcleo de Tecnologia Educacional.

Tecnologia na educação - Escolas têm desafio de educar crianças já inseridas na era digital

Alfabetização e inclusão digital - Jornal Futura 14/01/2013

Digitação como ferramenta de alfabetização

O computador pode ser um grande aliado da alfabetização de adultos


Neste trecho do vídeo do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), do MEC, Emilia Ferreiro fala sobre o uso do computador na alfabetização de adultos. Na sequência, é apresentada uma aula em que os alunos adultos estão escrevendo no computador um texto que sabem de memória.

Letramento digital - Aula 28 - Do letramento digital ao poder digital

Letramento digital - Aula 28 - Do letramento digital ao poder digital
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Professor responsável pela disciplina: Ivan Luiz Marques Ricarte - Professor Doutor FEEC-UNICAMP. Professor ministrante: Maria Cristiane Barbosa Galvão - Professora Doutora FMRP-USP e Ivan Luiz Marques Ricarte


Letramento digital - Aula 27 - Produção e compartilhamento de vídeos na Web

Letramento digital - Aula 27 - Produção e compartilhamento de vídeos na Web
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Professor responsável pela disciplina e professor ministrante: Ivan Luiz Marques Ricarte -Professor Doutor FEEC-UNICAMP.


Letramento Digital - Aula 26 - Redes sociais na Web e seus riscos potenciais

Letramento Digital - Aula 26 - Redes sociais na Web e seus riscos potenciais
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Professor responsável pela disciplina: Ivan Luiz Marques Ricarte - Professor Doutor FEEC-UNICAMP. Professor ministrante: Maria Cristiane Barbosa Galvão - Professora Doutora FMRP-USP

Letramento Digital aula 25 - Redes sociais na Web

Letramento Digital aula 25 - Redes sociais na Web
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Professor responsável pela disciplina: Ivan Luiz Marques Ricarte - Professor Doutor FEEC-UNICAMP. Professor ministrante: Maria Cristiane Barbosa Galvão - Professora Doutora FMRP-USP

Letramento digital - Aula 24 - Produção e manutenção de blogs

Letramento digital - Aula 24 - Produção e manutenção de blogs
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Professor responsável pela disciplina: Ivan Luiz Marques Ricarte - Professor Doutor FEEC-UNICAMP. Professor ministrante: Maria Cristiane Barbosa Galvão - Professora Doutora FMRP-USP

Letramento digital - Aula 23 - Blogs como recurso para a disseminação da informação

Letramento digital - Aula 23 - Blogs como recurso para a disseminação da informação
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo.
Professor responsável pela disciplina: Ivan Luiz Marques Ricarte. Professor Doutor FEEC-UNICAMP. Professor ministrante: Maria Cristiane Barbosa Galvão - Professora Doutora FMRP-USP

Letramento digital - Aula 22 - Criação e manutenção de conteúdos em wikis

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Letramento digital - Aula 21 - Web social e wikis

Letramento digital - Aula 21 - Web social e wikis
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo.
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Letramento digital - Aula 20 - Planilhas avançadas

Letramento digital - Aula 20 - Planilhas avançadas
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo.
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Letramento digital - Aula 19 - Planilhas

Letramento digital - Aula 19 - Planilhas
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo.
Professor responsável pela disciplina e professor ministrante: Ivan Luiz Marques Ricarte. Professor Doutor FEEC-UNICAMP

Letramento digital - Aula 18 - Apresentações apoiadas por software e o metadiscurso visual

Letramento digital - Aula 18 - A elaboração de apresentações apoiadas por software e o metadiscurso visual
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Letramento digital - Aula 17 - Softwares para a producao e edicao de apresentacoes

Letramento digital Aula 17- Softwares para a produção e edição de
apresentações
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Letramento digital - Aula - 16 - Softwares detectores de plágio

Letramento digital - Aula 16 - Dos softwares para a produção e edição de textos aos softwares detectores de plágio
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Letramento digital - Aula 15 - Usos dos softwares para a produção e edição de textos

Letramento digital - Aula 15 - Usos adequados e inadequados dos sotwares para a produção e edição de textos
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Letramento digital - Aula 14 - Softwares para a produção e edição coletiva de textos

Aula 14 - Softwares para a produção e edição coletiva de textos
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Letramento digital - Aula 13 - Software para a produção e edição de texto

etramento digital - Aula 13 - Software para a produção e edição de texto e suas funcionalidades básicas
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Letramento Digital - Aula 12 - A dimensão multimídia da Web

A dimensão multimídia da Web: imagens, vídeos e arquivos sonoros.
Aula da disciplina Letramento Digital I do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Professor responsável pela disciplina: Ivan Luiz Marques Ricarte. Professor ministrante: Maria Cristiane Barbosa Galvão

Letramento digital - Aula 11 - Representações do mundo real no mundo virtual

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Letramento digital - Aula 10 - Portais na Web

Letramento digital - Aula 10 Portais como abordagem para a organização de recursos informacionais na Web
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Letramento digital - Aula 9 - Busca na Web, engenhos de busca e ferramentas avançadas

Letramento Digital - Aula 9 - Busca na Web, engenhos de busca e ferramentas avançadas
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Letramento Digital Aula 8 - Recursos informacionais disponíveis na Web

Tipos de recursos informacionais disponíveis na Web e a avaliação de seus conteúdos.
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Letramento Digital - Aula 7 - Hipertexto

Letramento Digital - Aula 7 - Hipertexto
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Professor responsável pela disciplina e professor ministrante: Ivan Luiz Marques Ricarte Professor Doutor FEEC-UNICAMP

Letramento Digital - Aula 6 - Comunicação em tempo real na Web

Comunicação em tempo real na Web.
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Letramento Digital - Aula 5 - Correio Eletrônico

Letramento Digital - Aula 5 - Correio Eletrônico
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura
em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo
Professor responsável pela disciplina e professor ministrante:
Ivan Luiz Marques Ricarte Professor Doutor FEEC-UNICAMP



Letramento Digital - Aula 4 - O computador pessoal na rede

Aula 4 - Letramento Digital - O computador pessoal na rede
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Professor responsável pela disciplina e professor ministrante: Ivan Luiz Marques Ricarte Professor Doutor FEEC-UNICAMP


Letramento Digital Aula 3 - Conteúdos digitais no computador

Aula 3 - Letramento Digital - Conteúdos digitais no computador

Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo

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Letramento Digital - Aula 2 - Fundamentos de software

Aula 2 - Letramento Digital
Fundamentos de software
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Letramento digital - Aula 1 - Introdução

Letramento digital: Introdução
Aula da disciplina Letramento Digital do Curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Virtual do Estado de São Paulo.

Professor responsável pela disciplina e professor ministrante: Ivan Luiz Marques Ricarte. Professor Doutor FEEC-UNICAMP

Mini história da educação no Brasil

30 anos de informática na educação do Brasil: José Armando Valente at TEDxUnicamp 2013

A Educação Proibida | Legendado HD Brasil | Completo


Este documentário produzido no ano de 2012, questiona a escolarização moderna e propõem um novo modelo educativo.
O atual sistema "PRUSSIANO" originado do padrão militar de educação da Prússia, no século 18, tem como objetivo gerar uma massa de pessoas obedientes e competitivas, com disposição para guerrear.
As escolas são colocadas no mesmo patamar das fábricas e dos presídios, com seus portões, grades e muros; com horários estipulados de entrada e de saída, fardamento obrigatório, intervalos e sirenes indicando o início e o fim das aulas.
Ou seja, o sistema educacional vigente acaba refletindo verdadeiras estruturas políticas ditatoriais que produzem cidadãos "adestrados" para servir ao sistema; nesses termos, qualquer metodologia educacional que busque algo diferente será "proibida".
Infelizmente, esse foi o modelo que se espalhou pela Europa e depois pelas Américas. Sua principal falha está em um projeto que não leva em consideração a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha ou a importância do amor e relações humanas no desenvolvimento individual e coletivo.
E aqui estamos agora, com este problema enorme nas mãos...
Assim, fracassados somos todos os que compactuamos direta ou indiretamente com esta verdadeira máquina de subjugar crianças e adolescentes inocentes.
Este documentário é o resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores.
Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação.
Colabore você também, divulgando e compartilhando o vídeo em redes sociais, promovendo um debate no seu meio social.

"Todo mundo fala de paz, mas ninguém educa para a paz. As pessoas educam apenas para a competição e a competição leva à guerra."
( Pablo Lipnizky )

"Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos, prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade, é assim que tem acontecido sempre."
( Margaret Mead )

"A liberdade real virá quando nós nos libertarmos da dominação da educação ocidental, da cultura ocidental, e do modo de vida ocidental."
( Mahatma Gandhi )

Algumas das propostas e princípios pedagógicos que sustentam "A Educação Proibida":
Método Montessori; pedagogia Waldorf (Rudolf Steiner); pedagogia Crítica; pedagogia Liberadora (Paulo Freire); método Pestalozzi; método Freinet; A Escola Livre; A Escola Ativa; pedagogia Sistêmica; educação Personalizada; pedagogia Logosófica.



sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Colégio usa WhatsApp para se comunicar com pais de alunos

8 razões para defender o uso do celular na sala de aula


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Text neck é o mal de quem digita no celular

Artigo do Jornal Diário Catarinense (27-11-2014)  referente a problemas de saúde em relação a má postura ao utilizar o celular por várias horas seguidas.


Tecnologia tem sido grande vilã ortopédica. Uso de smartphones causa novos problemas de postura, mostra estudo publicado em periódico nos EUA.



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Linguagem Logo - teoria e prática

Apresentação da Linguagem LOGO:



(Texto original disponível em projetologo.webs.com)

      Desenvolvida por Seymour Papert, um educador matemático, nos anos sessenta, no MIT - Massachusetts Institute of Technology, de Cambridge, MA, Estados Unidos, e adaptada para o português em 1982, na Unicamp, pelo Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED), a linguagem logo vem sendo utilizada para trabalhar com crianças e adolescentes.
      Logo é uma linguagem de programação, isto é, um meio de comunicação entre o computador e a pessoa que irá usá-lo. A principal diferença entre Logo e outras linguagens de programação está no fato de que foi desenvolvida para ser usada por crianças e para que as crianças possam, com ela, aprender outras coisas. A linguagem Logo vem embutida em uma filosofia da educação não diretiva, de inspiração piagetiana, em que a criança aprende explorando o seu ambiente - no caso, também criando "micro-ambientes" ou "micro-mundos" com regras que ela mesma impõe.
      Logo é uma linguagem simples e poderosa. Simples, porque é fácil de aprender: pessoas alfabetizadas, de qualquer idade, podem programar em seu primeiro contato com ela (ao contrário de outras linguagens, permite que a pessoa programe sem necessitar que tenha muitos conhecimentos prévios). Poderosa, porque tem recursos sofisticados, que atendem às exigências de programadores experientes.
      Apesar de ser uma linguagem acessível às crianças, Logo não é uma linguagem infantil. Através dela, as pessoas aprendem explorando, investigando e descobrindo por si mesmas. Inclusive, é possível trabalhar com Logo e Robótica com crianças a partir da quarta série. Ensinar a linguagem Logo por si só não é a questão, nem resolverá problemas (se é que eles existem). Há que se pensar na abordagem, em sua filosofia. Tentar "ensinar" Linguagem Logo talvez seja um dos piores começos possíveis.
      A criação de ambientes é própria do homem e acredito que todo educador, mesmo nos dias de hoje, deve conhecer o ambiente Logo - e nenhuma criança deveria crescer sem ter tido contato com ele.



Video-aula sobre a Linguagem LOGO, criada por Seymour Papert e colegas, com base no construtivismo de Jean Piaget. Esta videoaula contextualiza a importância histórica da linguagem Logo para a Informática na Educação. São apresentados os fundamentos do uso educacional da linguagem, os principais comandos e conteúdos educacionais trabalhados por meio da linguagem Logo.




Apresentação original disponível em https://sites.google.com/site/infoeducunirio/

domingo, 28 de setembro de 2014

O melhor do computador - Só ter equipamentos na escola não basta. Confira aqui o que ajuda no aprendizado e o que serve apenas para agradar aos pais

Matéria da revistaescola.abril.com.br
Clique aqui para acessar o conteúdo original



PRODUÇÃO NA WEB Projeto de site dos alunos do Colégio Joana D’Arc, em São Paulo, é focado no conteúdo curricular. Foto: Reprodução
PRODUÇÃO NA WEB Projeto de site dos alunos do Colégio  Joana D’Arc, em São Paulo, 
é focado no conteúdo curricular.  Foto: Reprodução

Quando perguntados sobre quais atividades extracurriculares gostariam que a escola oferecesse, os pais de estudantes de escolas públicas da capital paulista foram categóricos: cursos de computação, disseram 36% dos entrevistados. Os dados da pesquisa - realizada pelo Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial em parceria com a Fundação Victor Civita - revelam a expectativa que há em torno da sala de informática. Porém apenas ter um espaço bem montado não basta.

"A tecnologia deve ser utilizada para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares. Usar o computador somente para ensinar programas de informática é desperdício", diz o pedagogo Wagner Antônio Júnior, coordenador do Projeto de Apoio Pedagógico Informatizado da Faculdade de Agudos, a 410 quilômetros de São Paulo. O ideal é estabelecer objetivos pedagógicos para que as atividades tenham foco e fazer do laboratório uma extensão da sala de aula.
Para isso, a internet nem sempre é imprescindível. José Junio Lopes, coordenador do laboratório de informática do Colégio Joana D’Arc, em São Paulo, exemplifica: "O aluno pode fazer apresentações em slides, usar editores de texto e elaborar planilhas e gráficos. Essas ferramentas de aprendizado não requerem a rede mundial de computadores".

Com ou sem a rede, o fato é que o planejamento é fundamental. "Definir as ações que serão feitas no computador é tão importante quanto ser criativo na hora de elaborar a aula", salienta a professora Antonia Lucélia Mariano, de Juazeiro do Norte, a 565 quilômetros de Fortaleza, ganhadora do prêmio Educarede de Internet e Inovação Pedagógica, promovido pela Fundação Telefônica.

Para ajudá-lo a planejar e acabar com os equívocos sobre o uso do computador na sala de aula, NOVA ESCOLA elaborou os quadros da página ao lado. No primeiro, estão atitudes e procedimentos para fazer do computador um aliado. No segundo, os que comprometem qualquer projeto de informatização escolar.

Assim dá certo

1 Escolher conteúdos
Eleger e estudar os conteúdos que serão apresentados ou aprofundados na sala de informática é essencial para que a aula seja objetiva e produtiva. Além disso, faz com que o professor se sinta mais seguro na hora da aula.

2 Selecionar programas
Com o conteúdo escolhido, é hora de encontrar os programas e sites mais apropriados para atingir as metas de aprendizagem. Se a aula é de redação, um editor de textos é uma boa opção.

3 Fazer o roteiro da aula
Todas as atividades precisam ser bem estruturadas e bem planejadas, prevendo momentos de pesquisa, de visualização do conteúdo estudado e de troca de informações. Isso evita a dispersão.

4 Incentivar a interação
Os alunos devem interagir para construir conhecimento. Para tanto, que tal criar blogs, e-mails e fóruns?

5 Usar jogos educativos
Os desafios propostos pelos softwares e jogos virtuais estimulam os jovens e complementam a aula de forma lúdica.

6 Explorar o audiovisual
A internet e os programas educativos oferecem vídeos e animações que favorecem o aprendizado. Use-os!

7 Permitir que o aluno crie
Publicar textos em blogs ou sites e fazer apresentações em slides torna o estudante produtor de conteúdo e de conhecimento.

8 Evitar a desatenção
Para a turma não perder o foco da aula, vale bloquear o acesso a sites de relacionamento, salas de bate-papo e programas de mensagens que não sejam coerentes com o conteúdo ensinado.

9 Criar espaço lúdico
Todos precisam ficar à vontade na sala de informática. Por isso, coloque nas paredes cartazes, mapas, ilustrações e trabalhos dos alunos, criando um ambiente acolhedor e rico em informações.

10 Preparar-se bastante
Você se sentirá mais seguro na sala de informática se aprender a usar a máquina, a internet e os programas básicos. Além disso, terá melhores resultados.


Assim não dá
1 Dar aula só de informática
O objetivo das aulas na sala de informática não deve ser formar técnicos, mas melhorar o aprendizado. Por isso, evite o uso do espaço apenas para ensinar a operar programas.

2 Não ter planejamento
A falta de objetivos claros faz com que tanto professor como alunos percam o foco, comprometendo o aprendizado.

3 Achar que a turma sabe tudo
Embora os jovens sejam espertos quando o assunto é informática, é um erro supor que todos dominem as ferramentas com a mesma destreza. Não deixe de ensinar como operar os programas básicos. Dessa forma, os menos plugados conseguirão acompanhar as aulas.

4 Usar a sala para distração
Computador na escola tem de estar voltado somente para a aprendizagem. Se a garotada usar o laboratório no período entre aulas, vai associá-lo somente ao lazer.

5 Liberar o entretenimento
Sites de relacionamento, download de músicas e jogos eletrônicos dispersam o aluno durante a aula

6 Deixar os alunos sozinhos
Sem mediação, eles iniciarão bate-papos e ainda poderão acessar conteúdos impróprios.

7 Censurar demais
Se for para encontrar páginas e ferramentas sobre o tema da aula, não cerceie a liberdade da turma na hora de navegar na internet.

8 Ter poucas máquinas
As atividades ficam prejudicadas quando os estudantes não usam o computador de forma igualitária. O ideal é ter um equipamento para cada dois alunos. Assim, todos terão a chance de operá-lo durante a aula.

9 Ver o micro como rival
Se você tiver medo da tecnologia e dos avanços que ela traz, jamais vai enxergá-la como uma fonte de conhecimento e informação. Quando bem utilizada, a tendência é que ela vire aliada, em vez de concorrente.

10 Usar equipamento ruim
Computadores muito lentos e defasados sempre causam frustração e perda do interesse por parte dos alunos. Evite-os.
 
 
Quer saber mais?
CONTATOS
Antonia Lucélia Mariano
José Junio Lopes
Wagner Antônio Júnior


BIBLIOGRAFIA
A Informática Educativa na Escola
, José Gregorio de Llano e Mariella Adrian, 82 págs., Ed. Loyola, tel. (11) 6914-1922 , 11,60 reais
A Máquina das Crianças: Repensando a Escola na Era da Informática, Seymour Papert, 220 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 44 reais
 

domingo, 21 de setembro de 2014

Dicas Info Exame - Google

Dicas Info Exame - Telefone 3.0

Manual de Informática

Manual do Programa de Inclusão Digital da Estação Digital

Apostila de Curso Informatica

Conteúdo: Introdução a Informática, Word, PowerPoint, Excel, Print Artist, Corel Draw, Redes, Internet e Antivírus

Formação de gestores para espaços informatizados - Caderno Pedagógico

Guia do cursista - Elaboração de Projetos - Guia do Cursista - Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional

Introdução à Educação Digital - Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional

Guia do cursista - Elaboração de Projetos - Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional

Unidade 1 - Projetos
Unidade 2 - Currículos e Tecnologias
Unidade 3 - Projetos e Tecnologias


Cartilha sobre o Uso Responsável da Internet

Experiências Didáticas, Tecnologias Digitais e Formação de Professores na Educação Matemática

Nesse primeiro livro da coleção,“Experiências Didáticas, Tecnologias Digitais e Formação de Professores na Educação Matemática”, buscamos trazer ao leitor situações que implicam no conhecer os modos interativos, a partir dos quais os sujeitos “apreendem” relações matemáticas em seu cotidiano, tanto no plano das operações lógicas quanto das interações propriamente ditas, enfatizando que essas interações dependem também das tecnologias que viabilizam as trocas.


Quanto tempo de vida útil possui um pendrive?


Guardar e proteger as nossas informações digitais é algo extremamente importante hoje em dia. Os backups são muito necessários se quisermos garantir que os nossos preciosos arquivos fiquem intactos (e quem já não passou pelo pânico de achar que perdeu dados importantes no computador?).
Ao saber disso, muitas pessoas salvam seus documentos em serviços na nuvem, enquanto outras preferem guardá-los em dispositivos físicos que não exijam qualquer tipo de acesso online – como os pendrives, SD cards e HDs externos. Contudo, é necessário ter alguns cuidados com esses itens se você quer que eles realmente protejam os seus arquivos. 
Hoje, o foco é no tempo de vida útil dos próprios pendrives. Logo você verá que isso é bastante relativo e que depende de vários fatores que não são exclusivos do produto – porém, algo é certo: eles não armazenarão os seus arquivos eternamente, já que em algum momento eles serão inutilizados. Entre esses fatores, estão os próprios componentes do produto (se são ou não são de qualidade), o cuidado com ele, o manuseio do indivíduo e, principalmente, o número de vezes que ele foi gravado, apagado e reescrito.

Por quanto tempo ele é capaz de armazenar os meus dados?

O prazo de validade de um pendrive é incerto e pode ser medido de acordo com a quantidade de vezes que ele foi utilizado. Por exemplo, muitos modelos informam que podem durar até cinco anos, porém, se você usá-lo menos vezes e manuseá-lo com cuidado, ele pode durar muito mais.
Dependendo das especificações dos fabricantes, os pendrives podem ter um ciclo aproximado de 10 mil a 100 mil de sequências de gravação antes que mensagens com erros de gravação comecem a ser exibidas – partes do dispositivo ficam corrompidas devido ao uso contínuo. Ele não irá queimar, como ocorre quando é inserido em entradas USB de modo incorreto ou ejetado abruptamente, porém ficará desgastado graças às constantes gravações.
Partindo do pressuposto de que você terá bons cuidados com o dispositivo, de que ele ficará guardado em um ambiente fresco em boas condições e de que você sempre o removerá seguindo os procedimentos de segurança, pendrives de marcas renomadas (como SanDisk, Transcend, Kingston, HP, Sony, Lexar, Verbatim, Corsair) podem durar mais tempo do que o prazo estipulado. Contudo, se mensagens de erro começarem a aparecer, já é o momento de trocar de dispositivo.
Como as especificações de marcas variam bastante, é naturalmente esperado que aquelas que possuem um maior ciclo de gravações durem mais tempo. Cuidado com as marcas desconhecidas ou piratas, pois é muito provável que o ciclo de gravações seja bem menor e que o pendrive queime devido à má qualidade dos componentes, e não pelo uso contínuo. Se você quer se certificar de que o pendrive em questão é de qualidade, procure pelo certificado ISSO-9001:2008 e o selo A nesses produtos.
Concluindo, os pendrives são ótimos dispositivos para você transportar dados temporários de um lugar para outro, mas é aconselhado que eles não sejam utilizados permanentemente como backup. Se você quer salvar dados valiosos, talvez seja mais interessante optar por HDs externos que não sejam gravados e regravados constantemente (e que fiquem bem guardados em boas condições de preservação) ou serviços na nuvem, se você não se importar de deixar tudo online. E lembre-se: sempre grave os arquivos em mais de um lugar – melhor prevenir, não é?